20/03

Mojo

MojoRecebi ontem uma dica do Joel sobre o Mojo, um aplicativo para Mac OS e Windows que permite compartilhar a sua biblioteca do iTunes com outros usuários do serviço sem a necessidade de configurações complicadas.

A opção Pro do aplicativo oferece ainda a opção de ter um número ilimitado de amigos e assinar listas de reprodução de seus contatos, assim quando elas forem atualizadas você verá as novidades automaticamente no Mojo.

Como é possível baixar músicas dos contatos, eu imagino que as gravadoras não vão gostar muito do Mojo, então não sei por quanto tempo ele estará disponível. É diferente de um aplicativo P2P, no qual você encontra músicas sem conhecer as pessoas, mas mesmo assim possibilita a troca não autorizada de arquivos, o que deve trazer problemas para a Deusty, que criou o aplicativo.

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19/03

Mix Tape

Tá, para os mais novos eu vou ter que explicar que antes do CD havia um lance chamado fita cassete (ou K7) que armazenava as músicas não como uma sequência de 0s e 1s, mas em uma fita magnética, e você podia escutar em qualquer tocador (chamados de tapes), sem preocupações com DRM.  :)  A dica do MixWit veio do blog do Tiago Dória, e achei genial.  Abaixo uma “fita” que eu criei rapidamente com algumas músicas do Guitar Hero 3. 

 

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19/03

Modelo de assinatura e a volta do DRM

De acordo com o jornal Financial Times a Apple estaria estudando com as gravadoras um modelo de assinaturas para o iPhone e o iPod, no qual o consumidor pagaria uma taxa única ou uma assinatura mensal para poder baixar quantas músicas quissesse. Ao final da vida útil do aparelho ou quando cancelasse a assinatura a pessoa poderia ficar com algumas músicas (o artigo menciona algo entre 40 e 50 músicas por ano).

Diversas empresas já tentaram lançar negócios semelhantes, e o sucesso, na melhor da hipóteses, foi pequeno. Será que a Apple conseguiria obter sucesso onde tantos fracassaram?

É bem possível tendo em vista seu domínio do mercado de tocadores de MP3 e sua crescente participação no mercado de celulares, mas para os consumidores isso seria um mal negócio, já que este modelo para funcionar precisaria de DRM, coisa que a Apple, através de uma carta aberta de seu CEO Steve Jobs diz não gostar, mas ainda usa em grande parte das músicas vendidas na iTunes Store, mesmo com a concorrência oferecendo músicas por preços menores e sem DRM.

Não adianta fugir, o interesse da Apple é seu lucro (como deveria ser em uma empresa, diga-se de passagem; não tenho ilusões de que empresas fazem algo da bondade de seu coração), e caso esse caminho passe pela volta do DRM que nunca se foi, que assim seja.  Quem perde somos nós, os consumidores…

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19/03

Captura de tela no iPhone

Screenshot no iPhoneQuem escreve sobre tecnologia sabe que capturar telas é uma necessidade constante. Nos meus tempos usando Windows no trabalho eu precisava capturar diversas telas todos os dias para mostrar os erros nos aplicativos que estava testando para o pessoal de desenvolvimento e para documentar o progresso.  Como não podia usar aplicativos de terceiros instalados na máquina, a saída era usar o Print Screen do Windows e o Paint para editar as imagens.  Talvez existisse alguma maneira mais fácil, mas como Windows não é minha praia eu fazia assim mesmo.

No OS X a função é integrada no sistema e basta usar Shift+Command+3 para capturar a tela toda ou Shift+Command+4 para capturar apenas parte da tela, sendo possível usar a barra de espaço se você quiser selecionar uma janela específica.

Para o iPhone a situação era um pouco diferente, e era necessário usar aplicativos de terceiros para capturar a tela, mas uma preferência do SpringBoard.app, aquele que controla a tela principal do iPhone, mostrava que havia uma maneira mais fácil.  Era só uma questão de descobrir a combinação certa de teclas, e ontem o Rip Dev postou no fórum Hackint0sh a receita e um link para a modificação no arquivos de preferências que permite o uso dessa função.  Segundo os comentários isso só funciona em aparelhos com firmware 1.1.3 ou superior, e para habilitar é necessário adicionar o repositório http://repository.ripdev.com no Installer.app e instalar o aplicativo Apple Screenshot Enabler.  Com isso feito basta manter o botão Home pressionado e mover o botão logo acima do volume, aquele que coloca o iPhone em modo silencioso.  As imagens são salvas na galeria da Câmera em formato TIFF, o que as deixa bem grandes, mas imagino que seja possível alterar isso nas preferências do SpringBoard.

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17/03

SpringDial

O SpringDial é um aplicativo com apenas uma função e a cumpre muito bem: colocar atalhos para telefones de seus contatos na tela principal do iPhone, a SpringBoard. Ao abrir o aplicativo você tem uma lista com todos os contatos armazenados na agenda de seu iPhone e basta selecionar um deles para que um ícone seja adicionado.

Caso o contato tenha uma foto esta é mostrada, caso contrário o ícone do aplicativo aparece, com o nome (que pode ser editado) logo abaixo.

Para apagar basta entrar no SpringDial e selecionar Delete para que a lista de contatos seja mostrada.

A aplicativo ainda oferece um modo “Eterno”, e com ele selecionado os contatos continuam no SpringBoard mesmo que o SpringDial seja desinstalado.

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17/03

Airport Express agora é 802.11n

Conforme já anunciavam rumores na semana passada, o Airport Express recebeu uma atualização e agora trabalha também no protocolo 802.11n, mais rápido e com alcance maior que o anterior.

O preço continua o mesmo, US$ 99 nos EUA, assim como as funções. Com ele é possível compartilhar uma impressora na rede ou usar a função AirTunes, enviando as músicas por Wifi para um aparelho de som conectado por um cabo P2.

Eu tenho um Airport Express do modelo antigo desde dezembro de 2004, e mesmo após ter comprado um Airport Extreme eu continuei usando o Express quando viajo e para aumentar o alcance da minha rede em casa, e apesar de já ter lido relatos sobre uma suposta baixa qualidade do aparelho em alguns casos o meu ainda está funcionando perfeitamente.

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14/03

Sem Fio

Ao contrário do que alguns imaginam, eu sou apaixonado por rock (teve um comentário ótimo no post sobre o Guitar Hero 3 no qual o Cláudio disse que imaginava que eu era um senhor calvo que escutava jazz :) ), e quando fiquei sabendo que o Nasi faria um show em São Paulo na hora topei ir. Melhor ainda se o show fizer parte da apresentação do filme Sem Fio, no qual ele participa e que uma amiga da faculdade está produzindo, com direito a apresentações de trailers e trechos exclusivos do filme.
O coquetel é amanhã no Clash Club na Rua Barra Funda a partir das 19.30, e a entrada custa R$ 20.

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13/03

Firmware 2.0 do iPhone hackeado

A versão 2.0 do firmware do iPhone só deverá ser lançada em junho, mas de acordo com os desenvolvedores do DevTeam, grupo responsável pelo desbloqueio gratuito do aparelho, será possível instalar uma versão especial do firmware que permitirá o uso de aplicativos de terceiros, sejam eles distribuídos pela App Store ou pelo Installer.app.

O firmware hackeado poderá ser instalado pelo próprio iTunes e permitirá o uso do aparelho em qualquer operadora GSM, e segundo o DevTeam será muito difícil para a Apple resolver o problema, ou seja, o método poderá ser usado por muito tempo.

A situação da Apple é interessante. Se por um lado ela precisa mostrar para seus parceiros comerciais que a plataforma é segura, garantindo assim a renda proveniente dos contratos de exclusividade e possibilitando parcerias em novos mercados, por outro para atingir a meta de 10 milhões de iPhones vendidos até o final do ano é interessante para ela o mercado negro de iPhones usados em países onde ele ainda não existe oficialmente, ou seja, ela não pode simplesmente deixar a porta aberta, mas ela esconde a chave em uma daquelas pedras falsas na frente da casa para que qualquer um com vontade suficiente a encontre.

Por meio de seu COO Tim Cook a companhia já deu a primeira dica de que pode adotar um modelo de negócios diferente em outros países.

Além da versão hackeada do firmware, outra opção é usar a solução de dual-boot criada pelo hacker NerveGas, escolhendo se quer carregar o firmware 2.0 ou a versão 1.1.4.

O vídeo abaixo mostra o firmware 2.0 rodando em um iPhone com um SIM da T-Mobile.

UPDATE: O vídeo não está mais disponível no YouTube mas pode ser visto no Gizmodo.

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12/03

Futurama na iTunes Store

Entrei hoje na iTunes Store para dar uma olhada nas novidades e no download gratuito da semana e tive uma ótima surpresa: a primeira temporada de uma das minhas séries favoritas está disponível por lá.

Eu acompanhei Futurama desde o primeiro episódio (na época eu morava nos EUA e assistia pela Fox aos domingos), e acho que já assisti todos, mas sempre é legal rever alguns. A temporada completa pode ser comprada por US$ 15.99 e tem 9 episódios.

Para quem tem vontade de criar uma conta na iTunes Store e não tem um cartão emitido por banco em um dos países onde a loja existe e não quer arriscar com cartões pré-pagos comprados pela internet uma opção é criar um cartão virtual em um site como o Entropay, que permite então sua utilização em lojas como a iTS e a PlayStation Network.

UPDATE: Eu escrevi sobre o cartão virtual Entropay sem testar pessoalmente, e após ver os comentários decidi ver se funcionava, mas infelizmente não deu certo.  Um amigo havia dito que estava usando esse método mas na verdade ele fez um rolo e usou o cartão Entropay para comprar cartões pré-pagos pelo eBay.  No caso da PlayStation Network ele funciona, mas com o iTunes o jeito é continuar com os cartões pré-pagos.

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7/03

Atualização do iPod touch: a razão da cobrança

Eu tenho visto muita gente reclamando sobre a cobrança de US$ 20 pela atualização do software do iPod touch, e pelos comentários no post de ontem sobre o SDK vejo que quando a nova versão do firware do touch for lançada em junho teremos mais reclamações. Eu mesmo critiquei essa cobrança em um primeiro momento, mas após pesquisar um pouco vi que a culpa na verdade não é inteiramente da Apple, mas em parte do Ato Sarbanes-Oxley de 2002, uma lei federal norte-americana que mudou as regras da contabilidade por lá depois de escândalos como o da Enron e da Tyco International.

De acordo com essa lei, uma companhia só pode oferecer atualizações gratuitas para produtos vendidos sob o modelo de assinatura, ou seja, que a pessoa pague durante a vida do produto por serviços. Esse é o caso do iPhone, por exemplo, e do AppleTV que apesar de não ter uma assinatura mensal rende lucros para a Apple através das locações de filmes e venda de músicas. No caso do iPod, mesmo existindo a iTunes Wifi Store ele foi colocado nos livros da Apple em um modelo sem assinatura, e a empresa por lei não pode oferecer atualizações gratuitas sem mexer em sua contabilidade. Depois dos problemas com as ações e a investigação que a empresa sofreu nos últimos tempos, imagino que ela queira distância de problemas com o governo.A questão principal é por que a empresa decidiu cobrar US$ 20 pela atualização e não um valor mais baixo como o US$ 1.99 cobrado na atualização do Airport Extreme.

Ao cobrar US$ 20 por cinco novos aplicativos, a Apple parece já estar dando uma dica do valor a ser cobrado pelos programas que serão vendidos pela iTunes App Store quando esta estrear com a versão 2.0 do firmware no final de junho.

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