Arquivo para Categoria ‘iPhone’

ShowTime: Vídeos no iPhone

Quarta, Março 5th, 2008


Enquanto o SDK não vem, os aplicativos de terceiros vão evoluindo e oferecendo novas funções para o iPhone. Algumas, como a gravação de vídeo, deveriam estar presentes desde o começo, mas por alguma razão a Apple decidiu não incluir por enquanto. Meu palpite é que isso deve aparecer em uma versão futura do firmware, mantendo assim o interesse pelo aparelho mesmo quando ele começar a mostrar sua idade.

O ShowTime é um aplicativo bem experimental ainda, mas que permite gravar pequenos vídeos com o iPhone. Pequenos na duração, mas enormes no tamanho, já que o programa grava em um formato de arquivo RAW sem compressão, o que faz com que vídeos de poucos segundos ocupem vários MB de espaço.

A resolução é de 320×627px, e ele captura vídeos com 6 quadros por segundo sem som até o limite de 5 segundos na versão de testes e sem limite de tempo na versão paga, que custa US$ 10.

Para instalar o aplicativo é necessário adicionar a source http://www.polarbearfarm.com/repo no Installer.app.

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Jailbreak com ZiPhone funciona no iPhone com 1.1.4

Terça, Fevereiro 26th, 2008

A Apple lançou hoje mais uma atualização para o firmware do iPhone, agora na versão 1.1.4. O mais interessante é que o método de jailbreak desenvolvido pelo italiano Zibri continua funcionando. O único problema é que a ativação não funciona, ou seja, você só pode usar o ZiPhone no firmware 1.1.4 caso seu iPhone use uma das operadoras oficiais.

De acordo com a Apple, sempre tão boa em nos contar detalhadamente o que suas atualizações trazem, a versão 1.1.4 do firmware tem “Correções de Bugs”.

Como o ZiPhone continua funcionando para o jailbreak, é muito possível que em breve apareça uma atualização que permita também ativar o aparelho, permitindo que aqueles que usam o iPhone em uma operadora “não oficial” atualizem seus aparelhos.

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iPhone como Touchpad

Quinta, Fevereiro 21st, 2008

Baseado no VNSea, cliente VNC para o iPhone[bb], o Touchpad ao invés de mostrar a tela da máquina a ser controlada atua, como o nome já diz, como o touchpad de um laptop. Ideal para quem está usando um Mac mini como media center, por exemplo, e quer mexer na máquina sem ter que levantar do sofá. Basta que o Mac e o iPhone estejam conectados na mesma rede Wifi e que o Mac tenha um cliente VNC instalado (eu uso o Chicken of the VNC) esteja com o compatilhamento de tela ativado (valeu pela dica, Everaldo).

Para instalar o programa basta incluir o repo http://cnp.qlnk.net/ no Installer.app. O programa está na categoria Utilities.

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iPhoneDrive agora é MegaPhone

Quarta, Fevereiro 20th, 2008

Quando estava em Hong Kong, meu amigo comprou um MacBook, seu primeiro Mac, e na hora quis começar a usar o sistema. Como estávamos a milhares de quilômetros de nossas bibliotecas do iTunes, o jeito foi improvisar. Comprei o iPhoneDrive da Ecamm e transferi o que tinha de músicas, vídeos e fotos no meu iPhone para a nova máquina dele, e ele pôde começar a se familiarizar com o iPhoto e o iTunes.

Depois disso usei muito pouco o iPhoneDrive, já que para acessar diretamente os arquivos no aparelho acho mais fácil usar SSH pelo Terminal ou o aplicativo AFPd, que mostra o iPhone como uma máquina compartilhada no Finder.

A nova versão do programa, no entanto, trouxe uma novidade bem interessante (além da troca de nome, que talvez tenha sido motivada por alguma carta do departamento jurídico da Apple). Agora é possível enviar arquivos nos formatos .pdf, .doc e html para o aparelho e visualizá-los no aplicativo Notes. No caso dos arquivos em html não é possível clicar nos links, mas as imagens são carregadas perfeitamente no Notes.

Além desta novidade, o MegaPhone continua sendo uma maneira simples de transferir músicas, fotos e vídeos do iPhone para seu Mac, além de oferecer acesso direto ao disco (para armazenar arquivos, função existente no iPod) e à sua lista de chamadas e mensagens SMS.

O MegaPhone custa US$ 19.95 e tem uma versão demo disponível no site.

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iPhone, MobileScrobbler e o futuro da música

Segunda, Fevereiro 18th, 2008

Depois de atualizar meu iPhone para a versão 1.1.3 do firmware fiquei com um pouco de receio de sair instalando qualquer aplicativo nele e fiquei só com os essenciais (no meu caso, VNSea, ScreenShot, Finder, SummerBoard e Make it Mine). Alguns aplicativos deram problemas tão sérios que no final das contas tive que refazer todo o processo, voltando para o 1.1.1 e subindo aos poucos novamente para o 1.1.3. O Taskbar, por exemplo, deixou o iPhone mudo, e o Guitar Hero III colocou o iPhone no loop de inicialização, onde ele ficava travado na maçã. Sem alternativas, o jeito foi respirar fundo, reinstalar e aceitar que era melhor esperar um pouco para brincar com os aplicativos de terceiros.

Entram em cena mais uma vez GeoHot e a comunidade de interessados no desbloqueio do iPhone, e o processo, que era bem chato e tinha que ser feito pelo próprio aparelho, passou a ser bastante simples, bastando atualizar o iPhone pelo próprio iTunes e rodar o ZiPhone (ou o iJailbreak) para ter um iPhone atualizado e desbloqueado, e então decidi tomar coragem e começar a instalar novamente alguns aplicativos que usava em versões anteriores. Se algo der errado, agora em questão de minutos dá para estar com o iPhone funcionando normalmente.

O primeiro aplicativo que eu instalei (e que não tinha funcionado antes no 1.1.3) foi o MobileScrobbler, e a surpresa foi grande. De um simples método para enviar o que eu estou ouvindo no iPhone para o Last.fm na primeira versão ele evoluiu e hoje é na minha opinião o aplicativo mais importante para quem gosta de escutar música no iPhone. Assim como a versão para Mac (imagino que a versão para Windows tenha as mesmas funções, mas não testei), é possível acessar rádios de seus contatos, sua “vizinhança” (uma lista criada com base nas músicas de contatos com gosto semelhante), baseadas em tags e muito mais. O melhor de tudo é que você ainda tem acesso à letra da música e informações do artista, além de poder usar os comandos Love e Ban para músicas que você gostou ou detestou (costumo escutar as rádios de meus contatos, mas às vezes aparecem algumas coisas que eu realmente não gosto).

O MobileScrobbler me fez pensar um pouco sobre o futuro da música. O que eu quero não é ter uma determinada música, mas sim poder acessá-la para escutar quando eu quero. Imagine um serviço onde você pague para ter acesso em qualquer dispositivo à música que você quiser e que oferecesse ainda os serviços adicionais do Last.fm como listas de contatos, rádios personalizadas baseadas no que você costuma ouvir e letras de músicas. Hoje em dia isso não é possível e as rádios do Last.fm tocam músicas aleatórias dentro de um gênero ou baseadas em seus hábitos musicais, mas em um modelo de negócios onde o usuário pague para ter acesso às músicas seria possível escolher exatamente o que você quer ouvir, com os artistas sendo recompensados pelo número de vezes que sua música foi escutada.

Claro que a coisa não é tão simples como eu gostaria. O MobileScrobbler só funciona bem mesmo quando você tem uma boa conexão. Se ao invés do Wifi você usar o EDGE disponível no iPhone a espera por cada música seria enorme. Mas tudo aponta para redes cada vez mais rápidas, que poderiam dar conta tranquilamente de transferir de forma quase instantânea as músicas para o dispositivo móvel de modo que o usuário praticamente não perceba a diferença entre uma música armazenada localmente e uma armazenada no servidor.

O problema mais grave, no entanto, é a resistência dos consumidores em usar serviços desse tipo. Várias tentativas já foram feitas nesse sentido, e se por um lado não foram grandes fracassos, por outro não conseguiram alcançar o mesmo sucesso do método tradicional de lojas como a iTunes Store e a Amazon MP3.

Uma das críticas feitas em relação a esse modelo de negócios é que você não é dono da música, e se parar de pagar perde toda sua coleção. Mas o mesmo acontece com a programação da TV à cabo. Se você parar de pagar perde o acesso à programação.

Nossa relação com a música é diferente da relação com vídeo, gostamos de ter nossas músicas favoritas e a possibilidade de não poder escutá-las caso o serviço seja cancelado incomoda, mas e se fosse possível assinar um serviço e comprar só aquelas que realmente gostamos, garantindo assim sua permanência em nosso acervo no caso de cancelamento? Eu tenho muita coisa em minha coleção que comprei ao longo dos anos que ouço muito pouco e provavelmente não teria comprado se houvesse a possibilidade de escutar quando tivesse vontade em um serviço online.

O grande problema dos serviços de assinatura, na minha opinião, é você ter que acessá-los por um computador e só então transferir para um dispositivo móvel. Se a coisa funcionasse em qualquer dispositivo móvel de uma forma transparente, sem a necessidade de um computador (mas sendo possível escutar em casa também pelo computador, se o usuário quiser), esse tipo de serviço passaria a ser bem mais atraente.

Aos poucos a tecnologia para que algo do tipo seja possível vai chegando às mãos dos consumidores. Resta saber se a indústria da música um dia vai permitir mudanças profundas no modelo de negócios e se os consumidores vão se interessar.

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Flash no iPhone

Quinta, Fevereiro 14th, 2008

Andaram circulando alguns rumores de que a Apple estaria se preparando para incluir suporte à Flash no iPhone, algo que muita gente quer desde que o aparelho foi lançado. O rumor começou no Gear Live, blog que publicou imagens do firmware 1.1.3 bem antes da Apple disponibilizar esta atualização, o que dá credibilidade às suas fontes. De acordo com o blog, os problemas de consumo de CPU e, consequentemente, diminuição da vida útil da bateria, seriam apenas desculpas e o problema seria simplesmente a falta de um acordo entre a Apple e a Adobe.

No entanto, ao ler um post do John Gruber hoje sobre o assunto percebi que a questão é mais complexa que simplesmente um acordo entre as empresas.

Como eu comentei ontem ao falar sobre o SDK, a Apple é uma empresa que gosta de ter controle sobre seus produtos, e o desenvolvimento de aplicativos para o iPhone deve seguir esta tendência, ao menos oficialmente (os aplicativos de terceiros criados com o toolchain devem continuar por aí, rodando em iPhones com jailbreak).

Por ser propriedade da Adobe, o Flash não é interessante para a Apple, já que ela não tem controle sobre ele. No desktop o Flash já é o formato dominante há algum tempo (para funcionar no iPhone o YouTube converteu parte de seus vídeos para H.264, mas o Flash ainda domina), mas em plataformas móveis o mercado ainda está aberto, e não é interessante para a Apple ajudar um rival a se estabelecer como padrão, mas sim aumentar a participação do QuickTime. E se algo acontece e a Adobe decide encerrar a parceria?

Por outro lado, com o SDK existe a possibilidade da Adobe, a grande interessada em ver Flash no iPhone, portar o formato para o aparelho.

A questão é se a Apple, com sua mania de controle, vai permitir.

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Mais sobre o jailbreak do 1.1.3

Terça, Fevereiro 12th, 2008

Continuando o assunto do jailbreak da versão 1.1.3 do firmware do iPhone, que começou na semana passada com a minha atualização, hoje estava lendo um pouco sobre o ZiPhone, que faz o desbloqueio de aparelhos que já vieram de fábrica com o 1.1.3 (os chamados 1.1.3 OTB) sem a necessidade de voltar para o 1.1.1 primeiro.

A ferramenta original ainda é só para linha de comando, mas hoje já saiu uma versão com interface gráfica para Windows, e a versão para Mac não deve demorar muito a aparecer. A grande vantagem, de acordo com o que eu tenho lido, é que com isso você pode simplesmente fazer um update pelo iTunes para a versão 1.1.3 e após usar o ZiPhone você terá um aparelho atualizado por completo e ativado, só sendo preciso rodar o anySIM 1.3 para desbloquear para o uso com SIMs nacionais caso seu iPhone for mais antigo e tiver o bootloader 3.9 (para os mais novos com bootloader 4.6 o próprio ZiPhone cuida dessa parte também).

Ontem eu fiz o desbloqueio de um aparelho 1.1.3 OTB e o processo é simples, mas se a promessa do ZiPhone for verdadeira e não for mais preciso voltar para o 1.1.1 a coisa deve ficar mais simples ainda.

Como sempre, a dica é ler com muito cuidado as instruções e só realizar o desbloqueio se você estiver disposto a correr o risco.

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Controle seu Mac pelo iPhone

Sábado, Fevereiro 9th, 2008

Mais uma opção para controlar seu Mac pelo iPhone[bb] acaba de ser lançada. Depois do iPhone Remote, lançado no ano passado (que eu instalei antes mesmo de receber meu iPhone) agora é a vez do iSofa, criado pelos franceses do iPhon.fr. O aplicativo cria um servidor local que pode ser acessado pelo Safari no iPhone através da porta 9999 e permite controlar aplicativos como o iTunes, QuickTime, VLC, Front Row e o DVD Player, além de permitir acesso direto aos arquivos do Mac.

Após instalar o aplicativo no seu Mac, basta entrar em http://localhost:9999/admin usando o Safari no Mac e configurar um usuário e senha. Agora é só usar o Safari no iPhone, digitando o endereço http://IP_DO_MAC:9999, usando o nome de usuário e a senha criados no Mac.

O iSofa funciona com o Tiger e o Leopard e é gratuito.

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iPhone 1.1.3: Primeiras Impressões

Sexta, Fevereiro 8th, 2008

Finalmente a atualização para a versão 1.1.3 do firmware do iPhone deu certo. Ontem eu decidi tentar mais uma vez o processo desde o começo, com calma, e funcionou. Antes de contar rapidamente minhas impressões iniciais sobre as mudanças, acho que é interessante contar um pouco do processo que deu certo por aqui. Existem muitos fatores envolvidos, então esse processo não tem a intenção de ser um tutorial para atualizar para o 1.1.3, apenas um relato do que eu fiz para chegar lá, que pode ou não funcionar para outras pessoas.

 

Voltando para o 1.1.1

A primeira coisa que fiz foi o Restore para a versão 1.1.1. através do iTunes usando o firmware que já havia baixado, clicando na opção Restore com a tecla option pressionada. Quando o iTunes terminou de atualizar o firmware apareceu a mensagem de erro 1015 e usei a última versão do iNdependence para tirá-lo da tela onde aparece o cabo e o ícone do iTunes.

Com isso feito, usei o Jailbreakme para ativar. Para isso, é necessário discar para *#307#, atender a chamada, desligar e, quando o telefone tocar novamente, selecionar Decline (Recusar). Com isso é possível acessar os contatos e adicionar um novo contato e no campo URL adicionar prefs://1F e http://www.jailbreakme.com. Após selecionar a opção Save, é só clicar no primeiro endereço digitado para entrar nas configurações do iPhone e ativar o Wifi, que será usado para o jailbreak.

Com isso feito é necessário voltar para a tela inicial clicando na parte superior da tela, que fica verde, como se você estivesse voltando para uma chamada. Usando novamente o número *#307#, atendendo a primeira chamada, desligando e recusando a segunda você volta para a tela dos contatos, onde é possível selecionar o segundo endereço digitado, o que abrirá o Safari para o Jailbreak. Após alguns segundos o iPhone reinicia e você tem o firmware 1.1.1 ativado. Entrei no Installer.app e selecionei o OktoPrep, que instalou os arquivos necessários para o Updatepara o 1.1.2.

Instalando o 1.1.2

Conectei então o iPhone ao iTunes e novamente com a tecla option pressionada selecionei a opção Update, escolhendo o firmware 1.1.2 já na minha máquina. Aqui vale lembrar que a opção deve ser Update e não Restore para que os arquivos do OktoPrep não sejam apagados e a atualização funcione.Quando o iTunes terminar de atualizar é necessário usar o Jailbreak para 1.1.2, um arquivo .jar que pode ser obtido aqui e já instala o SSH (é importante mudar a senha para garantir a segurança de seu aparelho). Pode ser necessário usar o iNdependence para novamente tirar o iPhone da tela com o cabo e o ícone do iTunes.

Instalando o 1.1.3

Nesse momento eu estava com o 1.1.2 novinho, sem nenhuma modificação, e confesso que pensei em deixar assim mesmo, mas a vontade de descobrir o que havia impedido a atualização foi maior. Dessa vez o que fiz de diferente foi desconectar o cabo do Mac e conectar diretamente na tomada e trocar o SIM da minha operadora pelo SIM original da AT&T. Não sei se uma dessas duas coisas influenciou diretamente no sucesso, mas acredito que sim, já que foram as duas únicas coisas que fiz diferente nesta tentativa.Em Settings, marquei a opção Never em Auto-Lock. No Installer.app (que é instalado automaticamente pelo jailbreak.jar), selecionei System e adicionei o BSD Subsystem 2.0.Quando a instalação terminou, respirei fundo e também em System instalei o Official 1.1.3 Upgrader versão 3. Com isso feito, voltei à tela inicial e cliquei no Upgrader. Respondi sim para as duas perguntas (se eu desejava hacktivar o iPhone, opção necessária já que ele seria usado com uma operadora local e se eu desejava fazer o Restore do aparelho).

O download do firmware foi demorado mesmo usando a conexão de casa de 4Mb, mas dessa vez tudo correu bem e após cerca de uma hora o iPhone reiniciou já com o firmware 1.1.3.

Baseband

Restava ainda o problema do baseband, o firmware do modem que nessa última versão permite, dentre outras coisas, usar a função Locate Me no Maps.Entrei mais uma vez no Installer.app e após adicionar o repositório iClarified (http://installer.iClarified.com) selecionei o Baseband Updater. Após mais alguns minutos de espera, esses bem mais tensos já que uma falha na atualização do baseband daria um trabalho enorme para consertar, o programa encerrou e tudo estava funcionando.

Para desbloquear, entrei no iClarified novamente e instalei o anySIM 1.3, e em poucos minutos ele já estava funcionando com minha operadora. 

1.1.3, finalmente

A primeira coisa que testei foi a função Locate Me do Maps. Já havia testado o aplicativo Locate Me que cumpre a mesma função, e em termos de precisão o Maps chegou bem mais próximo do local onde estava, mas ainda não tive a oportunidade de testar em outros lugares para ver qual funciona melhor.

Decidi brincar um pouco então com a tela e a nova função de alterar a ordem dos ícones. Basta manter um ícone pressionado por alguns segundos para todos começarem a dançar na tela, sendo possível arrastar para a ordem desejada. O que eu gostei bastante é a possibilidade de arrastar para uma nova tela, função já existente no Summerboard. A diferença é que você pode deixar quantos ícones quiser em cada tela, não sendo necessário ter 16 ícones como no Summerboard (ou 12, caso você selecione a opção Skip Last Row). Desta maneira, deixei os aplicativos mais usados na tela principal, sites na segunda tela (criados com a nova função do Safari, Add to Home Screen) e programas que uso raramente na terceira tela.Nem todos os aplicativos do Installer.app estão prontos para a versão 1.1.3 (o MobileScrobbler, por exemplo, ainda não funciona), mas acredito que em breve versões atualizadas devem aparecer.

A luta continua

Enquanto escrevia esse post li no Engadget que GeoHot, responsável pela primeiro desbloqueio por hardware, liberou um método de desbloqueio por software para iPhones que já vieram com o 1.1.3 de fábrica (e, consequentemente, o bootloader 4.6 que não funciona com os métodos anteriores), o que deve facilitar a vida de muita gente. 

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Motoristas presos após roubar 300 iPhones

Sexta, Janeiro 25th, 2008

Quando você acha que já viu de tudo em termos de criminosos idiotas, aparece um novo caso ainda mais bizarro.

Dois motoristas de caminhão no estado de Nova York decidiram furtar uma carga com 300 iPhones que tinha como destino Hong Kong (onde, diga-se de passagem, o aparelho não é vendido oficialmente mas é encontrado em várias lojas pela cidade). Para que o furto não fosse descoberto, os gênios do crime compraram vários pacotes de papel e após substituir os aparelhos lacraram a caixa novamente e entregaram na Cathay Pacific, empresa aérea responsável pelo transporte. Quando a carga chegou em Hong Kong, um funcionário da companhia aérea suspeitou do peso e acionou a polícia, que após uma rápida investigação chegou aos criminosos, que já haviam até pedido demissão e estavam preparando sua mudança para a Flórida. Além dos dois motoristas, dois outros cúmplices foram presos com a suspeita de terem auxiliado com a venda dos produtos no site Craigslist.

Fica a dica, se for fazer faça bem feito e use algo com um peso semelhante. :)

Via NY Daily News

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